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Mais de 2.500 moradores de Mariupol morreram até agora em guerra, diz assessor presidencial ucraniano

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Imagens de drone mostram o bombardeio de veículos militares. A cidade está sob cerco de tropas russas há duas semanas, sem energia elétrica ou abastecimento de água. Drone registra veículos sob fogo em Mariupol, na Ucrânia
Mais de 2.500 moradores da cidade portuária do Mar Negro de Mariupol, na Ucrânia, foram mortos desde que a Rússia invadiu o país em 24 de fevereiro, disse o conselheiro presidencial Oleksiy Arestovych numa entrevista televisionada nesta segunda-feira (14).
Ele disse que estava citando informações dadas pela administração da cidade de Mariupol e acusou as forças russas de impedir que a ajuda humanitária chegue à cidade sitiada. A Rússia diz que seus ataques não visam os civis.
O que são corredores humanitários? Entenda
Vista aérea de veículo militar em chamas na cidade ucraniana de Mariupol durante invasão russa da Ucrânia
Azov Mariupol/Divulgação via Reuters
O chefe de Relações Exteriores da União Europeia, Josep Borrell, também falou nesta segunda sobre a situação em Mariupol. Ele disse que morreram mais de 2.400 pessoas na cidade sitiada por tropas russas.
Ao longo da semana passada, diversos corredores humanitários foram abertos para saída de civis de de zonas de conflito. Só que, no caso de Mariupol, os acordos de cessar-fogo na região não foram respeitados, o que impediu a retirada dos moradores de lá ou a entrada de suprimentos e ajuda humanitária. Na quarta (9), um ataque atingiu um hospital infantil e maternidade.
Mariupol está sob cerco do exército russo desde o dia 28 de fevereiro, sem fornecimento de água, energia e gás para aquecimento.
Imagem aérea mostra veículo blindado sendo bombardeado em Mariupol, na Ucrânia
Azov Mariupol/Divulgação via Reuters
Vídeos da Guerra na Ucrânia
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Forte terremoto sacode o Irã

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TV estatal informou que tremor atingiu magnitude 5,6 nas águas do sul do Golfo do Irã. Não houve relatos imediatos de mortes ou danos. Um terremoto de magnitude 5,6 sacudiu águas do sul do Golfo do Irã na manhã deste sábado (25), informou a TV estatal, com base no Centro Sismológico Europeu-Mediterrâneo (EMSC). Não houve relatos imediatos de mortes ou danos.
O terremoto ocorreu entre o porto de Charak e a ilha de Kish, a uma profundidade de 22 km.
Autoridades disseram à TV estatal que houve cerca de 100 terremotos e tremores secundários nos últimos 10 dias na mesma região.
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Ataque a bar em Oslo é investigado como ato terrorista; Parada gay é cancelada.

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Atirador abriu fogo contra frequentadores do local na capital norueguesa na noite de sexta-feira (24), matando ao menos dois. Polícia, que costuma andar desarmada na cidade, passa a portar armas. Moradores de Oslo se abraçam próximos ao local onde um homem atirou contra frequentadores de um bar gay da cidade, em 25 de junho de 2022.
via Reuters
O ataque a um bar gay em Oslo, na Noruega, na noite de sexta-feira (24), está sendo investigado como um ato terrorista, segundo afirmou um porta-voz da polícia da cidade neste sábado (25).
Duas pessoas que estavam no local morreram baleadas no ataque, que aconteceu no London Pub, um famoso bar e boate gay da capital norueguesa. Outros 20 dez frequentadores foram hospitalizados, três deles em estado grave.
Imagem sem data do interior do London Pub, em Oslo, onde houve um ataque a tiros em 24 de junho de 2022
Reprodução/Google
Por conta do ataque, a Parada Gay anual da cidade, que aconteceria este sábado (25), foi cancelada. A polícia recomendou ainda o cancelamento de todas as celebrações que aconteceriam este fim de semana em decorrência do mês do Orgulho LGTBQIA+. Os investigadores também suspeitam de crime de ódio.
“Em breve estaremos orgulhosos e visíveis novamente, mas hoje marcaremos as celebrações do Orgulho Gay em casa”, declararam os organizadores da Parada.
Homenagem é deixada próximo a bar gay de Oslo, na Noruega, onde, em 24 de junho de 2022, um homem abriu fogo contra os frequentadores.
Terje Pedersen via Reuters
O suspeito de ter disparado os tiros, um cidadão norueguês com origem iraniana de 42 anos, foi detido logo após o ataque.
“Várias pessoas estavam chorando e gritando, os feridos gritando, as pessoas com muito medo. Meu primeiro pensamento foi o de que o Orgulho era o alvo, e isso é aterrorizante”, relatou à agência de notícias Reuters o norueguês Marcus Nybakken, 46, que havia acabado de deixar o pub quando ouviu os tiros e voltou para ajudar.
Polícia de Oslo passará a se armar
Policial fortemente armado vigia arredores do bar gay onde um homem abriu fogo contra frequentadores, em Oslo, na Noruega, em 24 de junho de 2022.
Javad Parsa/NTB/via REUTERS
Também em decorrência do ataque, bastante incomum na Noruega, a polícia de Oslo, que não anda armada, passará a portar armas preventivamente “até segunda ordem”, segundo o comandante da polícia local, Benedicte Bjoernland.
Rei lamenta ataque
O rei Harald da Noruega falou sobre o episódio e se disse “devastado”. “Devemos permanecer unidos e defender nossos valores: liberdade, diversidade e respeito ao próximo”, declarou.
Leia também:
Homem com faca ameaça pessoas nas ruas de Oslo e é morto a tiros
Ataque com arco e flecha na Noruega deixa 5 mortos e 2 feridos; polícia não descarta terrorismo
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Cúpulas de G7 e Otan na próxima semana buscam unidade frente à Rússia; veja o que deve ser discutido

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Clube de países mais ricos e aliança militar fazem reuniões na próxima semana na Europa. Guerra na Ucrânia e suas consequências para a economia devem ser tema central. Macron e Biden conversam durante reunião do G7 na Cornualha, Inglaterra, em junho do ano passado
Official White House Photo by Adam Schultz
Os países do G7 e da Otan buscam, a partir de domingo (26), reafirmar sua unidade diante da Rússia em suas reuniões de cúpula, num momento em que a guerra da Ucrânia entra em seu quinto mês sem dar sinais de que terminará no curto prazo.
Os líderes do G7, entre eles o presidente americano Joe Biden, se reúnem a partir de domingo (26) no castelo de Elmau, nos Alpes da Baviera, no sul da Alemanha, na reunião anual do clube dos sete países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos.
Tanto esse encontro como a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que acontecerá em Madri durante dois dias a partir de terça-feira (28), terão como foco o apoio à Ucrânia diante da ofensiva russa.
O chefe do governo alemão, Olaf Scholz, anfitrião do G7, lembrou esta semana que o apoio à Ucrânia requererá “perseverança”, mas destacou que “ainda estamos longe” de negociações de paz entre Kiev e Moscou.
“A agressão da Rússia fez com que os sete países ficassem mais conscientes de que necessitam uns dos outros”, observou Stefan Meister, pesquisador do instituto alemão DGAP. Isso fica ainda mais evidente ao considerar que a inflação e a ameaça de uma crise energética e alimentar poderiam colocar à prova a resistência da comunidade internacional.
Bandeiras dos países membros da Otan hasteadas do lado de fora da sede de Bruxelas
Olivier Matthys/Associated Press
A guerra na Ucrânia poderia durar “anos”, advertiu o secretário-geral da Otan, o norueguês Jens Stoltenberg.
Outro ‘Plano Marshall’?
Os líderes poderiam discutir a possibilidade de implementar uma espécie de “Plano Marshall” para reconstruir a Ucrânia, uma ideia lançada por Scholz esta semana, que poderia custar “bilhões” e envolver “várias gerações”.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, conversará com os líderes do G7 na segunda-feira por videoconferência, e espera-se que ele peça mais armas e mais pressão sobre a Rússia.
Ele também participará de forma remota da cúpula da Otan, que reunirá 30 países, na última etapa de uma intensa maratona diplomática que começou nesta quinta-feira (23) com um encontro de líderes europeus em Bruxelas, no qual a Ucrânia obteve o status de candidata à União Europeia (UE).
A Aliança deve revelar seus planos para proteger seu flanco oriental, próximo da Rússia.
Um reforço defensivo que será acompanhado de um novo “conceito estratégico” – a primeira revisão da agenda da aliança em dez anos – que deverá endurecer sua posição em relação à Rússia e mencionar, pela primeira vez, os desafios apresentados pela China.
Contudo, o bloqueio da Turquia às candidaturas de Suécia e Finlândia coloca uma sombra sobre a demonstração de unidade dos aliados.
‘No limite’
Para “manter o rumo” em relação à Rússia, não se deve suavizar as sanções econômicas, nem tampouco reduzir o apoio militar e financeiro à Ucrânia, ressaltou o chanceler alemão.
Contudo, depois de várias rodadas de sanções, “estamos no limite, sobretudo no tocante às sanções energéticas” que “têm um custo elevado para o G7 e para a economia mundial”, destacou Stefan Meister.
O governo alemão acusa Moscou de reduzir drasticamente o fornecimento de gás para provocar uma crise energética na Europa antes do inverno. Além disso, diversas regiões estão sendo afetadas pelo aumento dos preços dos alimentos.
Nesse contexto, a participação de Argentina, Indonésia, Índia, Senegal e África do Sul no G7 envia uma mensagem importante.
“Um desafio crucial é convencer muitos países não ocidentais, céticos com as sanções, de que o Ocidente leva em conta as suas preocupações”, opinou Thorsten Brenner, diretor do Global Public Policy Institute.
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