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Comparativo watchOS vs Wear OS | Qual sistema vestível é mais completo?

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Tudo sobre Apple
Assim como nos celulares, Apple e Google praticamente dominam o mercado de sistemas operacionais para vestíveis. Mas é difícil entender bem as diferenças entre watchOS e Wear OS. Para ajudar, o Canaltech traz um comparativo entre os sistemas presentes nos relógios da Apple e de algumas parceiras do Google.
O que muda visualmente, quais recursos estão presentes apenas em um deles? Além disso, também há um resumo sobre usabilidade. Veja quais são as diferenças entre watchOS e Wear OS antes de escolher qual sistema operacional você prefere em seu relógio. A partir daí, fica mais fácil escolher um modelo.
Ambos watchOS e Wear OS oferecem uma boa variedade de mostradores, também chamados de watch faces. E muitos são gratuitos, com alguns deles pré-instalados, inclusive. Para os extras, há uma diferença: no sistema do Google, é possível baixar visores de terceiros.
Para isso, basta ir até a Play Store, onde há uma grande variedade de watch faces para baixar. Alguns são pagos, mas boa parte é gratuita. E muitos deles são personalizáveis, com a possibilidade de exibir temperatura, batimentos cardíacos, passos e afins.
No watchOS, você fica limitado a opções da Apple, ou precisa encontrar amigos ou pessoas na internet que possam compartilhar criações próprias diretamente pelo relógio. Também há mostradores personalizáveis no sistema da Maçã.
Se você gosta de trocar entre diferentes watch faces durante o dia, é possível de maneira fácil tanto no watchOS quanto no Wear OS. Você pode escolher entre um mostrador para o horário de trabalho, outro para praticar exercícios e mais um para a hora de descanso, no final do dia.
Visualmente, ambos possuem interface baseada em cards. Porém, o watchOS é um pouco mais sutil, e no geral fica parecendo um celular de tamanho reduzido.
Usar um relógio com watchOS ou Wear OS não é nenhum grande mistério. São, geralmente, apenas dois botões, e com opção de coroa giratória em modelos mais avançados. Além disso, a tela é sensível ao toque e permite interação simplificada com itens no visor.
Falando na coroa digital, você a tem em um dos botões no Apple Watch. Basta girar para subir ou descer o conteúdo na tela. No Wear OS, alguns modelos possuem a coroa em volta do visor, com a mesma função de subir ou descer menus e textos.
Apesar da interface baseada em cards, como já mencionado acima, o Wear OS deixa isso mais evidente. Cada aplicativo é uma espécie de bloco circular, até para aproveitar o formato da tela, geralmente um círculo.
No watchOS, a tela é quadrada, e você não repara tanto em blocos quando transita entre os apps. Além disso, há um dock com as aplicações usadas recentemente, igual você vê nos celulares. Para acessá-la, basta deslizar da borda inferior para cima no mostrador inicial.
Ambos os sistemas também oferecem a possibilidade de usar assistentes de voz. No watchOS, quem desempenha esse papel é a Siri. Já no Wear OS é Google Assistente. No entanto, há relógios que não possuem suporte, como o Galaxy Watch 4, que tem a Bixby no lugar.
Os dois sistemas têm suporte a diversos aplicativos, tanto nativos quanto instaláveis pela loja de cada empresa. YouTube Music e Spotify são exemplos, que permitem que você ouça música durante uma caminhada ou corrida na rua, por exemplo.
Também há suporte em ambos os sistemas para Google Maps, Calm e Adidas Running, entre vários outros apps com diferentes funções. Nativamente, você tem o Apple Fitness no watchOS, com opção do serviço de assinatura para ser seu treinador pessoal. O Wear OS tem o Google Fit.
Uma característica interessante do app da Gigante das Buscas é a possibilidade de conectá-lo a outros rastreadores. Você pode monitorar suas atividades e enviar os dados para outros serviços, como Strava, MyFitnessPal e outros.
Além disso, o Google Fit monitora batimentos cardíacos, calorias queimadas e passos. Esses recursos também estão presentes no Apple Watch nativamente. Mas o app do Google também oferece exercícios de respiração e relaxamento, além de cronometrar atividades físicas.
Claro que o watchOS também consegue acompanhar seus exercícios físicos. Entre eles, estão: corrida, caminhada e bicicleta. Para fazer o monitoramento em tempo real, pode ser necessário começar manualmente no app.
Adicionalmente, tanto os relógios da Apple quanto o Galaxy Watch com Wear OS possuem GPS e sensores de batimentos cardíacos e ECG. Também podem, dependendo do modelo, monitorar o nível de oxigênio no sangue.
Outro recurso interessante é a possibilidade de usar o relógio como carteira digital. No watchOS, isso se dá graças ao Apple Pay e Wallet, enquanto no Wear OS é um trabalho do Google Pay. No caso do Galaxy Watch 4, você tem o Samsung Pay integrado, mas também pode usar a solução do Google.
Há uma diferença importante de citar entre o watchOS e todos os outros sistemas operacionais de vestíveis: a compatibilidade. O sistema da Apple só permite pareamento com iPhone, e o relógio da Maçã precisa de um celular da empresa para ser configurado.
Outra questão importante sobre o watchOS é que, desde a versão 8, ele exige que o seu iPhone esteja atualizado. Se não tiver o iOS 15 ou superior, o Apple Watch não vai parear com o telefone.
Já o Wear OS funciona com praticamente qualquer celular, desde que não seja muito desatualizado ou não rode a versão Android Go (e tenha Google Play Store instalada). Você pode usar relógios com o sistema do Google tanto em Android quanto em iPhone.
Além dos sistemas operacionais, tem a questão do Bluetooth, Wi-Fi e redes móveis, também. Neste caso, ambos se conectam ao seu celular com a primeira tecnologia, e geralmente oferecem a segunda para puxar notificações quando estão longe do dispositivo.
No caso das redes móveis, varia conforme o modelo. Há Apple Watch com ou sem suporte ao LTE (e, em algum momento no futuro, devem chegar opções com 5G). E o mesmo vale para alguns relógios com Wear OS.
Como você pode ver, os relógios com watchOS e Wear OS vão muito além de meros monitores de atividades com notificações replicadas do celular. Eles são dispositivos independentes, e são mais simples de usar do que parece.
Os sistemas são bastante semelhantes, com recursos parecidos. O que a Apple desenvolveu para seu watchOS, o Google criou um paralelo para seu Wear OS.
Porém, é necessário ter em mente que relógios com o sistema operacional da Gigante das Buscas podem não ter todas as funcionalidades do Apple Watch. Modelos mais modestos não oferecem tudo nativamente, então é bom checar bem a lista de recursos antes de comprar.
O principal ponto diferencial entre eles talvez seja a compatibilidade. Enquanto um smartwatch com Wear OS se conecta a praticamente qualquer celular lançado nos últimos dois anos, o watchOS é limitado ao iPhone.
E nem adianta ter um smartphone Android e tentar usar o relógio da Maçã. É obrigatório fazer o pareamento com um celular da empresa, e se ninguém em sua casa tiver um, ele se torna inútil.
Tirando isso, eu acho pessoalmente o watchOS um pouco melhor otimizado do que o Wear OS. Mas acredito que a maioria dos usuários vai ficar satisfeito com ambos.
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Por que o preço das criptomoedas estão em queda livre?

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Bem-vindos ao nosso “jornal” diário com o resumo das principais notícias sobre tecnologia. Com o Canaltech News, em pouco mais de 5 minutos você fica por dentro dos principais produtos lançados do mercado, da movimentação das principais empresas do segmento, novidades das redes sociais, curiosidades, cultura geek, e muito mais.
Nesta edição, falamos sobre:

O principal tema de hoje são as criptomoedas. Bitcoin, Ethereum e outras moedas importantes deste mercado estão em queda robusta. O que está acontecendo? Será que isso já aponta o fim das criptos? Para falar comigo sobre o tema, Wagner Wakka convida Tânia Vicente, presidente da Associação Brasileira de Agentes Digitais de Santa Catarina.
No segundo bloco, o governo chinês está fazendo uma movimentação curiosa em relação aos streamers por lá. O país lançou uma nova regulamentação exigindo que determinados influenciadores de áreas como financias pessoais, saúde, edução física e outros só possam divulgar seu trabalho mediante uma comprovação de conhecimento. O que o governo quer combater é o chamado mercado de baixo requisito de entrada com alto rendimento. 
No último bloco, o assunto é uma movimentação aqui no Brasil. A justiça brasileira determinou que o TikTok tem 72 horas para retirar qualquer conteúdo considerado impróprio para menores de idade na rede social. Qual o motivo disso?
Este é o Podcast Canaltech, publicado de terça a sábado, às 7h da manhã no nosso site e nos agregadores de podcast.
Conheça o Porta 101: https://canalte.ch/porta101
Entre nas redes sociais do Canaltech buscando por @canaltech em todas elas.
Entre em contato por: podcast@canaltech.com.br
Este episódio foi roteirizado, apresentado e editado por Wagner Wakka, com a coordenação de Patrícia Gnipper. O programa também contou com reportagens de Vinícius Moschen, Victor Carvalho, Fidel Forato, Lupa Charleaux e Lucas Arraz. A revisão de áudio é de Gabriel Rimi e Mari Capetinga, com a trilha sonora de Guilherme Zomer.
Desenvolvedora de Bloodborne e Dark Souls está trabalhando em múltiplos projetos de acordo com Hidetaka Miyazaki
Com bom humor, astro dos filmes da Marvel publicou uma carta de agradecimento ao celular da Apple descontinuado em 2018
Sem imunizantes, o mundo teria registrado 31,4 milhões de mortes relacionadas à doença em 2021, segundo estudo. As vacinas reduziram as mortes em 63%
Dispositivo ainda virá com câmera principal de 48 MP e frontal de 16 MP, além de Android 12 instalado de fábrica
ASUS confirma chegada de cinco modelos de notebooks Zenbook ao Brasil, além de notebook para profissionais criativos e novo Vivobook 15 OLED

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5 jogos com Inteligência Artificial

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Já jogou algum game com modo campanha (modo em que o jogador acompanha a história) e percebeu que algum inimigo parecia pensar? Acontece que todos os jogos, em maior ou menor escala, fazem uso de alguma forma de Inteligência Artificial (IA).
Mas você deve estar se perguntando: “Lu, por que os jogos utilizam Inteligência Artificial?” Olha só, gente: os jogos eletrônicos tem a necessidade de desafiar o jogador. E o que é mais desafiador do que inimigos inteligentes? Dá uma olhadinha na matéria abaixo e conheça alguns jogos com ótimas IAs.
Quando se fala sobre Inteligência Artificial, PAC-MAN não vem a cabeça, né? Mas olha: cada um dos Fantasmas que tentam te alcançar tem comportamentos específicos, e a cada nova fase, eles se tornam ainda mais espertos. É uma boa forma de aplicar dificuldade com boa IA, né?
Você é fã de RPG? Então vai amar esse daqui! AI Dungeon é um jogo baseado em textos, onde você pode escolher diferentes tipos de história, como Fantasia, Medieval e muito mais. Depois de escolher como vai ser o contexto da história, basta digitar suas ações que a história vai se adaptando. Ah! O jogo, infelizmente, é todo em inglês, mas se você curte o estilo, vai amar conhecer!
O mundo criado pela Rockstar para Red Dead Redemption 2 é encantador. Impressiona pelo nível de detalhes, mas também é incrível a IA do jogo! Cada pessoa tem uma rotina diária, e é possível ver o avanço de muitas dela conforme avança na história. É incrível!
O segundo jogo da série, baseado no clássico universo de Tolkien, é cheio de personagens interessantes. Eles mantêm rotinas próprias, reconhecem o jogador e sabem o momento certo de fugir, se necessário. É bem interessante viajar pelo mundo e ver a IA dos inimigos em ação.
Estar preso a bordo de uma estação espacial, longe de casa, deve ser uma experiência assustadora, mas imagina com um monstro que está te caçando? Mas calma, ainda tem como piorar: a Inteligência Artificial do jogo aprende os seus movimentos e possíveis lugares de esconderijo, forçando o jogador a se adaptar e pensar criativamente em como se esconder. Se você gosta de jogos de terror, esse é perfeito para você!
Esses jogos são alguns dos que melhores, quando o assunto é Inteligência Artificial, e valem a pena conhecer! Em breve eu volto com mais dicas sobre games para você curtir.
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Robô do MIT está aprendendo a brincar de massinha

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Pesquisadores do Laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT (CSAIL) e da Universidade de Stanford, ambos nos Estados Unidos, estão ensinando robôs a brincarem com massinha. O sistema utiliza visão computacional para aprender a modelar objetos macios e pastosos.
Segundo os cientistas, o dispositivo apelidado de “RoboCraft” consegue planejar de forma confiável o comportamento do robô enquanto ele aperta e solta um pedaço de massinha durante o processo de modelagem dos objetos, incluindo figuras não programadas e com as quais ele nunca teve contato.
“Com apenas 10 minutos de dados programados, a garra de dois dedos já conseguia rivalizar com as contrapartes humanas que operavam a máquina com um desempenho no mesmo nível, e às vezes até melhor, dependendo da tarefa que estava sendo executada”, explica o estudante de engenharia Yunzhu Li, autor principal do projeto.
Como a massinha é um material liso e indefinido, toda a estrutura computacional precisa ser programada para garantir uma modelagem eficiente. Usando uma rede neural gráfica como modelo dinâmico, o RoboCraft consegue fazer previsões mais precisas sobre as mudanças de forma do material.
Em vez de usar simuladores complexos de física para modelar e entender a força e a dinâmica aplicadas em cada objeto, o novo sistema utiliza apenas dados visuais, dividindo o trabalho em três partes distintas: percepção, planejamento e execução da tarefa designada.
“Na primeira parte, o robô usa câmeras para coletar dados brutos de sensores visuais do ambiente, que são então transformados em pequenas nuvens de partículas para representar as formas. Em seguida, os algoritmos ajudam a planejar o comportamento do bot para que ele aprenda a fazer uma bola de massa e, depois, modelá-la conforme o que foi programado”, acrescenta Li.
Os pesquisadores acreditam que esse novo sistema de modelagem possa ser aplicado no desenvolvimento de robôs capazes de auxiliar os seres humanos em tarefas domésticas, principalmente idosos, pessoas com deficiências físicas ou mobilidade reduzida.
Para conseguir isso, será preciso criar um sistema de representação muito mais adaptativo do que simplesmente moldar um pedaço de massinha. Além disso, é necessário que o robô possa contar com outras ferramentas, como moldes e utensílios cortantes, para desempenhar tarefas mais complexas.
“O RoboCraft demonstra essencialmente que esse modelo preditivo pode ser aprendido de maneiras muito eficientes em termos de dados para planejar um movimento. Para o futuro, estamos pensando em usar várias ferramentas que permitam que o robô manipule outros tipos de materiais”, encerra Yunzhu Li.
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